Acessibilidade em BH

Às vésperas das paralimpíadas 2016 (de 07 a 18 de setembro), quando atletas do mundo todo darão um show de superação no Rio de Janeiro, um tema torna-se necessário e urgente nas agendas cotidianas: a acessibilidade nos grandes centros urbanos. E em pleno ano das paralimpíadas em solo brasileiro, a capital mineira ainda tem muitos obstáculos a superar antes de subir ao pódio da total inclusão para os portadores de necessidades especiais que residem na cidade.

De acordo com o Censo de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Belo Horizonte tem 152 788 habitantes com algum tipo de deficiência motora – 6,4% da população. A cidade, todavia, está longe

de ser acessível. As calçadas, desniveladas e quebradas, sem rampas para auxiliar a locomoção, são só o início do drama para quem precisa se deslocar pela cidade em uma cadeira de rodas. Já os deficientes visuais encontram poucas ruas com calçadas com pisos táteis, que orientam suas caminhadas, por exemplo.

Quando se fala em acessibilidade habitacional, aí então é que as carências se mostram ainda mais visíveis. Encontrar um imóvel novo e acessível em BH é tarefa árdua. O que se vê mais rotineiramente são adaptações feitas por moradores, e às vezes até pelas construtoras, após a entrega de uma unidade. Ciente deste cenário e sempre agregando a temática da responsabilidade social em seus projetos, a ARTES CONSTRUTORA ergueu um empreendimento acessível no bairro Santo Antônio, no qual um dos apartamentos foi já entregue totalmente adaptado às necessidades de portadores de necessidades especiais.

Com portas mais largas, pisos antiderrapantes, banheiros adaptados, bancadas mais baixas, maçanetas de alavanca e área de circulação interna adequada ao espaço de giro de um cadeirante. Até mesmo a garagem do apartamento é mais larga e foi projetada especialmente para a locomoção de portadores de necessidades especiais junto ao seu veículo. O projeto inclusivo tem a assinatura do PhD em Design, diretor do Laboratório ADAPTSE e professor da Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais, Marcelo Guimarães. As áreas comuns do empreendimento também são totalmente acessíveis.

“Esperamos que todos, sociedade civil e governo, conscientizem-se da importância da inclusão imediata de todos os portadores de necessidades especiais no dia a dia da nação. Somente leis mais rígidas que punam a falta de acessibilidade e ações constantes e criativas de pessoas de boa vontade farão do tema uma realidade e um orgulho para todos nós”, comenta o gerente de operações e financeiro do GRUPO ARTES”, Felipe Bicalho.

2 thoughts on “Acessibilidade em BH

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